Apple Store no Brasil

A angústia de vários brasileiros chegou ao fim. Depois de três meses de burburinho e informações cruzadas – e anos de pedidos –, foi lançada a versão nacional da Apple Store. No mesmo molde – leia-se leiaute e disposição dos serviços – da oficial americana, a Apple Store Brasil nada fica a dever à matriz. É completíssima. Traz desde os cobiçados notebooks brancos até os pequenos, mas indispensáveis, acessórios.

Os preços de computadores, como o MacBook Pro, são tão atraentes quanto os de sites de compra como Submarino e Americanas.com, com a vantagem de o usuário ter a certeza de estar comprando o produto com o pacote atualizado. Os outros sites trabalham com estoque, renovado de acordo com a demanda de pedidos. Ou seja, o sistema operacional pode não ser tão novo assim.

Outra funcionalidade que promete alavancar as vendas é a opção de montar a própria máquina. Agora é possível comprar um modelo com 160 Gb de disco rígido e optar por uma memória ram de até 4 Gb. Há também a opção de adquirir o notebook com softwares já instalados, como o Final Cut Express 4 e o Logic Express 9, por exemplo.

Mas como nem só de MacBooks sobrevive a loja virtual, outros produtos prometem encher os olhos de quem sempre sonhou em ter a maçã nas mãos, ou nos ouvidos. O iPod shuffle de 2 Gb, por exemplo, está disponível em todas as cores pela bagatela de R$ 259. E o modelo touch (que não se encontra em qualquer esquina) em breve será vendido nas configurações 32 Gb e 64 Gb. Por enquanto, o site comercializa o de 8 Gb, por R$ 679. Alguns achados como o Mac Mini, uma espécie de HD externo ideal para backups, também é destaque.

Além dos produtos estrelados, a indústria Apple comercializa acessórios com um quê de exclusividade. Afinal, mais do que vender qualidade, a proposta é levar arrojo e estilo a quem os usa. Dessa forma, prometem fazer sucesso os detalhes, as espécies de gadgets dos gadgets. Como o fone de ouvido intra-auricular iLuv, que não custaria menos de uma centena de reais e agora pode ser adquirido por R$ 59.

Como em outras lojas, o frete sai de graça se o valor gasto for maior que R$ 120. O total das compras pode ser dividido em até 12x sem juros. Além disso, a Apple Store disponibiliza um SAC para melhor servir o cliente. Outra boa notícia é que a página de suporte é toda em português.

Endereço da loja: http://store.apple.com/br/

Compare preços de Notebooks

Notebook com core i7

A Intel avisou a seus parceiros mais importantes que o primeiro processador core i7 pra notebook será apresentado na Intel Developer Forum, que começa em 23 de setembro.

A família core i7 é sucessora da família Core 2 (ler mais sobre Core i7); a Intel afirma que os i7 rodam mais rápido e consomem menos energia que os Core 2. Desde o ano passado, já existem desktops com i7, mas o lançamento do primeiro notebook ainda está sendo aguardado.

Os nomes e preços dos processadores já foram confirmados: Core i7 720QM 1.6 GHZ (US$ 364 a unidade, em lotes de mil),  Core i7 820QM 1.73 GHz (US$ 546) e Core i7 Extreme Edition 920XM 2 GHz (US$ 1.054); todos serão de quatro núcleos.

Algumas empresas, como a MSI e HP já vazaram que pretendem lançar notebooks com core i7 em breve. A Sager, que produz notebooks de alto desempenho sob encomenda, já anunciou o notebook mais poderoso do mundo, com core i7 - mas um processador para desktops.

E já foi anunciado também que a Intel lançará uma família Core i7 paralela (algo equivalente ao Celeron i7), com apenas dois núcleos, a preços menores que os i7.

Internet gratuita em Natal

Fonte: Governo do Rio Grande do Norte.

Com a instalação experimental de um ponto de livre acesso na Praça das Flores (área central de Natal, próxima à Praia do Meio), a governadora Wilma de Faria lança hoje o projeto Internet para Todos. O ponto tem cobertura de dois quilômetros e pode ser acessado sem custos por todas as pessoas que tenham internet sem fio. Os detalhes do projeto foram apresentados ontem pelo chefe da Casa Civil, Vágner Araújo.

O projeto contempla, nesta primeira fase, os municípios de Natal, com três torres e 10 pontos de acesso; Mossoró, com uma torre e quatro pontos de acesso, Caicó e Pau dos Ferros, as duas cidades com uma torre e dois pontos de acesso cada. Em Natal, além da Praça das Flores, outros pontos serão instalados em Mãe Luíza, com um ponto de acesso e lançamento previsto para 15 de setembro; avenida Erivan França e demais áreas de Ponta Negra, com três pontos de acesso e lançamento previsto para 10 de outubro.

Na zona norte da capital, serão instalados três pontos de acesso e em Candelária e no Centro Administrativo, outros dois pontos. Nestas áreas, assim como Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros, o lançamento do projeto está previsto para 10 de novembro. Segundo o Governo, a meta é concluir todo o projeto num prazo de 18 meses, universalizando o acesso à internet gratuita à toda a população norte-rio-grandense (curioso mencionar que Pipa, um dos destinos mais populares do Rio Grande do Norte, tem sérios problemas de conectividade à internet).

O governo, ressalta ele, está implantando o projeto a partir de infraestrutura própria e destaca que o programa não vem substituir as empresas que já prestam esse tipo de serviço, mas somar-se a elas.


Intel faz doações para aliviar pobreza

Estava visitando a página de comunicado à imprensa da Intel quando me deparei com um link com os dizeres: “Small Things Challenge - We’ll donate 25 cents for you per click!”, que se traduz como “Desafio de Coisas Pequenas , ou Coisas Pequenas Desafiam - Nós doaremos 25 centavos em seu nome por clique”.

O link está em local discreto na página (parte inferior da coluna da direita), e pelo que vi, não está nem em todas nem em sequer a maioria das páginas do site da Intel; talvez por isso tenha passado despercebido (hoje, uma pesquisa em português por Intel doações não traz nenhuma página sobre o assunto).

Bem, o link leva para essa página: Small Things Challenge. O processo é simples: para cada clique, a Intel doará US$ 0,25 para as organizações Kiva.org e Save the Children.

É uma iniciativa similar à do Hunger Site, que também se propõe a fazer doações e que ganhou notoriedade na internet do Brasil e do mundo; no Hunger Site, entretanto, não fica claro quem paga (são os “patrocinadores”) ou quanto é pago (”um prato de comida”).

A meta é chegar chegar a US$ 300.000 de doações em 2009; isso equivale a apenas 1.200.000 cliques (os quais, caso o link tivesse divulgação maior - a homepage da Intel, por exemplo - seriam atingidos muito facilmente).

Fica a contribuição desse blog para louvar e divulgar a iniciativa da Intel.

Notebooks Pégasus

Mais uma marca nacional chega ao mercado: notebooks Pégasus.

As máquinas serão produzidas pela IlhaService (que já produz e vende desktops com a marca IlhaWay); a empresa, com matriz em Santa Catarina, informa que já firmou acordo com a loja virtual do Magazine Luíza, e está em entendimentos com outras redes, como Wal Mart, Ponto Frio e Extra.

A empresa foi criada na década de 90, atuando então apenas na prestação de serviços de manutenção de computadores; em 2005, começou a produzir desktops, atingindo hoje a cifra de 25 mil máquinas por mês. Esse ano, a previsão de faturamento é de R$ 30 milhões, dos quais 80% são provenientes de fornecimentos ao Governo.

A previsão é que os primeiros notebooks Pegasus cheguem ao mercado em setembro de 2009; não foram fornecidos mais detalhes sobre as máquinas.

O Pegasus segue os passos de outras marcas nacionais, que se lançaram recentemente no mercado de notebooks, como a Evolute, a Plugtech, a Login Opus, a Accept e a Intelbras, para citar apenas as que foram objeto de comentários desse blog.

Notebook MSI X340

A MSI (ou Micro Star International) é uma empresa com sede em Taiwan que iniciou suas atividades produzindo placas-mãe e outros componentes de computadores; posteriormente, entrou no mercado de montagem por encomenda de notebooks (ou ODM, Original Designer Manufacturer), onde conquistou alguma reputação.

Em 2008, a empresa lançou o MSI Wind, com o qual se lançou no mercado de netbooks, agora com marca própria (a MSI seguiu os passos da Asus, que também costumava ser mera montadora de notebooks, e ganhou posição de liderança no mercado de netbooks ao lançar o pioneiro Asus EEE PC 701).

Atualmente, a MSI está lutando para ganhar espaço no mais lucrativo mercado de notebooks de design arrojado; nesse sentido, a empresa anunciou o lançamento do MSI X340, modelo ultrafino com tela de 13 polegadas.

De comunicado à imprensa:

“O notebook X340, novo produto da linha X-Slim Series, com espessura de 6mm (nas bordas) a 19,8mm (no centro) e 1,3 Kg de peso, utiliza processador Intel Core2 Solo ULV e Chipset Intel GS45 + ICH9M-SFF, que proporcionam maior tempo de vida útil para a bateria e melhor desempenho de processamento.

Com display de LCD de 13″, em substituição aos de 12″ ou menores da fabricante, o novo lançamento une maior conforto para leitura e operação, ao mesmo tempo em que diminui as restrições impostas pelo peso dos modelos de 14″. Outra novidade do modelo é a confecção em liga de magnésio, que proporciona maior leveza e durabilidade em relação aos notebooks tradicionais.

O MSI X340 é o primeiro notebook slim fabricado em Taiwan a receber certificação do WiMAX Forum por suas opções em comunicação wireless. O WiMAX Forum é a mais importante organização em promoção e padronização da tecnologia WiMAX no mundo. Criado em 2001, o fórum possui mais de 500 membros, incluindo a maioria das operadoras de telecom e fornecedoras de sistemas e equipamentos do mercado.

O modelo vem com 2 GB de memória RAM, HD de 320 GB, WiMAX Wireless opcional, webcam de alta-resolução e opção de Wireless lan com Bluetooth.

O MSI X340 chega à lojas brasileiras a partir de setembro com preços entre R$ 2.499,00 e R$ 2.699,00.”

Comentário desse blog: o preço é atrativo para computadores desse porte (o MacBook Air, de porte semelhante, é muito mais caro). O processador utilizado, entretanto, é da família ULV (Ultra Low Voltage), que, para reduzir o consumo de energia, trabalha com baixas voltagens, mas em contrapartida pode comprometer o desempenho. E a anunciada compatibilidade com Wimax é, nesse caso, uma desvantagem, pois encarece o produto de forma desnecessária, já que a tecnologia ainda não está disponível no Brasil.


Montagem de notebook Dell

Recentemente, comecei a ler o livro O Mundo é Curvo, no qual o autor relata alguns dos mistérios por trás do mercado financeiro (que nos impedem de enxergar além de um certo horizonte, daí ser o mundo curvo); é um contraponto ao livro O Mundo É Plano, best-seller de alguns anos atrás, no qual o autor Thomas Friedman descreve o alcance do processo de globalização (que derrubou as fronteiras comerciais e intelectuais entre países e pessoas, daí o mundo ter se tornado plano).

Folheando O Mundo é Plano novamente, recordei-me de que um capítulo, o Nove, é dedicado a comparar antigos métodos de montagem (acúmulo de estoques, produção em série, controles de qualidade, etc) com os modernos métodos just-in-time (o produto é montado apenas após o pedido do cliente); e para descrever o just-in-time, o autor narrou justamente uma conversa que teve com a Dell sobre como fora montado um notebook que havia comprado.

O texto tem já alguns anos, mas dá bem uma mostra de como opera uma moderna empresa de notebooks que opera sob encomenda (no Brasil, por enquanto, apenas a Dell faz isso). Abaixo, alguns trechos do capítulo; comentários desse blog são anotados em vermelho.

“Meu computador foi gerado quando liguei para o 0800 da Dell em 2 de abril de 2004 e falei com o representante de vendas, que imediatamente registrou meu pedido no sistema de gerenciamento de encomendas. Ele digitou o tipo de notebook que eu encomendara, assim como as características específicas que eu desejava, junto com informações pessoais a meu respeito, endereço para entrega, endereço para cobrança e informações do cartão de crédito.

A Dell tem seis nove fábricas em todo o mundo (a Dell andou abrindo e fechando fábricas desde então; o livro menciona uma fábrica no Brasil em Eldorado do Sul, mas ela já foi fechada; uma outra fábrica foi aberta em Hortolândia, e continua operando): Texas, Carolina do Norte, Malásia, China, India, Brasil, Polônia, Méxido e Irlanda; meu pedido foi mandado por e-mail para a fábrica da Malásia (muito embora a encomenda tenho sido feita nos EUA, a máquina foi montada na Malásia - provavelmente por conta das especificações encomendadas; no Brasil, isso é praticamente impossível de ocorrer, devido à alta carga de impostos, como mencionado aqui e aqui).

Mas de onde vieram os componentes do meu notebook? perguntei. Para começar, responderam, o notebook foi projetado em colaboração entre Austin, Texas, e Taiwan por uma equipe de engenheiros da Dell e outra de projetistas taiwaneses de notebooks. O design básico da placa-mãe e o gabinete - a funcionalidade básica da máquina - foram projetados segundo essas especificações por um original design manufacturer, ou ODM em Taiwan. Nossos engenheiros vão então às instalações deles e eles vêm a Austin, e juntos projetam os sistemas (mais detalhes nesse post: ODM e OEM).

Quando a encomenda do meu notebook chegou à fábrica da Dell, faltava uma peça, o adaptador wireless, e por isso a montagem do notebook atrasou alguns dias; mais tarde, chegou o caminhão cheio de novos adaptadores. No dia 13 de abril, um funcionário da Dell Malásia pegou a ordem de serviço que automaticamente apareceu no momento em que todas as peças de minha encomenda haviam chegado dos fornecedores de peças para a fábrica na Malásia (isso explica por quê ocorrem atrasos na entrega de máquinas da Dell; a montagem do notebook em si é bastante simples, mas a Dell depende de diversos fornecedores de peças).

De onde vieram essas peças? A Dell utiliza muitos fornecedores para a maioria dos trinta componentes desses notebooks. Dessa forma, caso um fornecedor tenha um problema ou não consiga responder a um aumento da demanda, a Dell não fica parada. Eis os principais fornecedores da máquina que eu encomendei (o autor quis demonstrar que as peças para a montagem de um notebook provêem de um mercado globalizado): o microprocessador Intel veio de uma fábrica da Intel nas Filipinas, Costa Rica, Malásia ou China. A memória veio de uma fábrica coreana (Samsung), taiwanesa (Nanya), alemá (Infineon) ou japonesa (Elpida). A placa de vídeo foi remetida ou de uma fábrica taiwanesa (MSI) ou chinesa (Foxconn). O ventilador veio de uma indústria taiwanesa (CCI ou Auras). A placa-mãe veio de uma empresa coreana em Xangai (Samsung) ou de uma taiwanesa em Xangai (Quanta) ou de uma taiwanesa em Taiwan (Compal ou Wistron). O teclado veio ou de uma firma japonesa na China (Alps), ou de uma taiwanesa em Shenzen (Sunrex) ou de uma taiwanesa em Suzhou (Darfon). A tela de cristal líquido foi fabricado ou na Coréia (Samsung ou LG), ou no Japão (Toshiba ou Sharp), ou Taiwan (Chi Mei Optoelectronics, Hannstar Display ou AU Optronics). O adaptador wireless veio ou de uma empresa americana na China (Agere) ou Malásia (Arrow), ou de uma fábrica taiwanesa (Askey ou Gemtek) ou chinesa (USI). A bateria veio ou de uma fábrica americana na Malásia (Motorola), ou de uma indústria japonesa no México, na Malásia ou na China (Sanyo), ou de uma outra sul-coreana nesses países (SDI ou Simplo). O drive do disco rígido foi feito por uma empresa americana em Singapura (Seagate), ou por uma japonesa na Tailândia (Hitachi ou Fujitsu), ou por outra japonesa nas Filipinas (Toshiba). O drive de CD/DVD veio de uma firma coreana que tem fábricas na Indonésia e Filipinas (Samsung), ou de uma fábrica japonesa na China (NEC), ou de uma japonesa na China (Sony). A bolsa para transporte foi feita ou por uma fábrica irlandesa na China (Tenba), ou uma americana na China (Targus, Samsonite ou Pacific Design). O transformador veio ou de uma indústria tailandesa (Delta), ou de uma taiwanesa, coreana ou americana na China (Liteon, Samsung ou Mobility). Essa profusão de nomes de empresas provavelmente está presente em qualquer notebook vendido no mundo, inclusive, é claro, no Brasil.

Essa sinfonia da cadeia de fornecimento - desde minha encomenda por telefone até a produção e a entrega em minha casa - é uma das maravilhas do mundo plano.”

Piraí - um notebook por aluno e por professor

Nota extraída do site A Voz da Cidade informa que Piraí, no interior do Estado do Rio, está se tornando hoje a primeira cidade do mundo a contemplar cada aluno e cada professor da rede pública com um notebook.

“O município dará um grande passo para entrar na história da educação ao se tornar o primeiro do mundo a distribuir notebooks para todos os alunos e professores da rede pública de ensino, mantida pela prefeitura. Para formalizar a ação, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), estará amanhã na cidade, acompanhado de diversas autoridades. Na ocasião, será feita a entrega simbólica de notebooks para 20 alunos, cada um representando uma escola municipal, na Praça de Santana, às 9 horas.
A solenidade contará com a presença do governador Sérgio Cabral (PMDB), dos ministros Fernando Haddad (Educação) e Dilma Rousseff (Casa Civil), do vice-governador Luiz Fernando Pezão e do prefeito Arthur Henrique Gonçalves Ferreira, o Tutuca (PMDB).

“Estamos vivendo um momento importante para a educação de Piraí, do Estado do Rio e do Brasil. Ele é fruto de uma política que cumpriu seu dever de casa ao priorizar a educação e a saúde, áreas em que a prefeitura aplica quase 60% do seu orçamento. O resultado está aí, à vista de todos. Temos a segunda melhor saúde do estado e estamos fazendo história na educação. Por isso, é também um momento de orgulho para todos nós, piraienses”, ressalta o Secretário de Governo de Piraí, Gustavo Tutuca, coordenador geral do Projeto Piraí Digital.

Esta será a segunda etapa do programa, que é a vertente educacional do Projeto Piraí Digital. A experiência teve início em 2007, quando Piraí foi um dos quatro escolhidos pelo governo federal para implantar o piloto do projeto Um computador por aluno (UCA), que recebeu vários prêmios internacionais. Os outros escolhidos foram São Paulo, Palmas e Porto Alegre.

Piraí teve sucesso na experiência e os números apresentados pelo colégio escolhido – o Ciep Municipalizado Professora Rosa da Conceição Guedes - dão conta que na unidade a evasão escolar, depois do início do projeto, caiu para menos de 1%. A média nacional é de 26%. O Ideb, que mede a qualidade de ensino, subiu de 2,4 para 4,8. A matrícula na escola cresceu de 87 alunos em 2005 para cerca de 600 hoje.”

Uma reportagem anterior informa que a Prefeitura de Piraí adquiriu recentemente 5.500 notebooks modelo Classmate PC, projeto da Intel que é fabricado no Brasil pela Positivo; a esse lote se juntaria um outro de 700 máquinas que foram herdadas do projeto Um Computador por Aluno, perfazendo assim um total de 6.200 máquinas (a população total de Piraí é pouco mais de 25.000 habitantes).

Entretanto, não é apenas o número que importa, mas sim o pioneirismo. Piraí é cidade modelo mundial, quando se trata de inclusão digital; a cidade já ganhou diversos prêmios internacionais, incluindo um recente título de uma das comunidades mais inteligentes do mundo.

Toda a cidade de Piraí está coberta por uma rede wi-fi gratuita; espera-se que com essa estrutura de redes e equipamentos, a cidade consiga melhorar ainda mais seus já ótimos indicadores educacionais.

Reportagem do Globo de hoje, 31/07, informa: “O programa de Piraí, contudo, é diferente da simples doação de máquinas. A coordenadora do projeto, Maria Helena Cautiero, conta que os alunos não podem sair com os laptops da escola. As máquinas têm programas educacionais específicos e há aulas em que alunos e professores trabalham em rede. O sistema fez com que a escola dobrasse sua nota no Ideb em três anos - passando de 2,2 para 4,4 - e reduzisse para 0,06% o índice de faltas.”

Comparação: internet 3G

O Brasil chegou com atraso à era da telefonia sem fio 3G (o leilão de concessão das bandas 3G ocorreu há menos de dois anos); uma das consequências disso é que, em curto espaço de tempo (já que a tecnologia estava madura em outros países, e por isso fácil de ser importada), diversas operadoras disponibilizaram serviços de acesso à internet 3G, tanto a partir de aparelhos (smartphones) como a partir de notebooks.

E nesse ambiente de acirrada concorrência, as operadoras começaram a realçar as vantagens de seus serviços, não raramente oferecendo “pacotes promocionais”; e isso, em consequência, pode dificultar a escolha por parte dos usuários.

Para simplificar esse processo de escolha, aqui vão alguns links para páginas relevantes das principais operadoras de 3G no Brasil:

Vivo: Vivo 3G; Cobertura; Planos (clique no link Pacotes no menu superior); Termos de Uso.

Claro: Claro 3G (a Claro é dona do domínio TrêsG e pode vir a utilizá-lo no futuro, mas por enquanto ele está sendo redirecionado para outra página);  Cobertura; Planos.

Oi: Oi 3G (para São Paulo; a Oi tem páginas específicas para cada Estado); Cobertura (para SP); Pacotes e Promoções; Termos de Uso.

Tim: Tim 3G; Cobertura; Planos.

A Vivo tem, de longe, o mais informativo dos sites; a Oi é sintética, mas vai direto ao ponto; os sites da Claro e Tim deixam muito a desejar.

Esse post não recomenda ou deixa de recomendar nenhum dos serviços. A área de comentários está aberta para manifestações dos usuários.

Apesar da crise, mercado de notebooks continua aquecido

Em agosto de 2008, antes da eclosão da crise financeira mundial, o mercado de notebooks crescia ao alucinante ritmo de quase 200% ao ano. A crise causou desaceleração no ritmo, mas parece que não vai impedir a continuidade no crescimento do mercado brasileiro de notebooks; segundo nota do Yahoo, algumas empresas estariam tendo problemas com escassez de componentes.

Trechos da nota:

“Segundo um levantamento, ainda preliminar, da consultoria IT Data, as vendas de notebooks no segundo trimestre de 2009 devem ter ficado em cerca de 1 milhão de unidades, um crescimento de mais de 50% em relação às 650 mil unidades do primeiro trimestre.  O mercado de notebooks deve crescer 10% este ano, enquanto o de computadores como um todo deve cair 8%, diz Ivair Rodrigues, presidente da IT Data.

Outra pesquisa, da consultoria IDC Brasil, apontou que, no segundo trimestre, foram comercializados 740 mil computadores portáteis, volume 19,7% superior aos 618 mil notebooks vendidos nos primeiros três meses do ano. O resultado, embora bastante positivo, ainda é 9,5% menor em comparação com o segundo trimestre de 2008, quando foram vendidos 818 mil máquinas. O IDC projeta um crescimento de 6% nas vendas de notebooks este ano.

Boa parte da expansão do mercado que vive hoje o País se deve aos netbooks, portáteis menores e mais baratos, que são agrupados na mesma categoria dos notebooks.

Os netbooks são, por exemplo, a aposta da Itautec para este ano. A companhia, que planejava lançar essas máquinas no final de 2008, acabou postergando o lançamento para abril, em razão da crise e de ajustes na configuração. “A decisão foi acertada. Em dois meses, vendemos 2 mil netbooks”, diz Claudio Vita, vice-presidente da Itautec.

A taiwanesa Asus começou produzir no Brasil netbooks e placas-mãe no início do ano, graças ao bom desempenho do mercado. A empresa está entre as duas maiores no mercado de netbooks no País.”