Primeiro gPhone: Dream
Semana passada, o New York Times havia informado que a T-Mobile seria a primeira a operar um gPhone, ou seja, um celular-smartphone baseado na plataforma aberta Android, desenvolvida pela Google. O aparelho seria produzido pela HTC, uma das líderes mundiais do setor, e incorporaria muitos dos avanços tecnológicos do iPhone; ver vídeo do gPhone no Youtube.
Ontem, o jornal informou que o aparelho foi homologado pela FCC (órgão regulador americano, similar à Anatel brasileira), e recebeu o nome de Dream (que significa Sonho em inglês). A T-Mobile, que é a quarta maior operadora de celulares dos Estados Unidos, espera colocar o produto à venda no mercado antes do Natal.
O gPhone é um passo da Google para penetrar no mercado de celulares; “executivos da Google têm afirmado que que o acesso Web em dispositivos móveis é crucial tanto para os planos de crescimento da empresa, como para expandir os mercados de sua audiência para atingir alcance global”.
O gPhone e o Android buscam crescer com suporte em software livre. Um dos motivos do sucesso do iPhone é que a Apple possibilita que seus usuários baixem e instalem diversos aplicativos nos aparelhos; o problema é que a Apple detém o monopólio sobre quais aplicativos podem ser oficialmente instalados - o que gerou uma indústria de hacks para iPhones. Como o Android tem código aberto, não haverá necessidades de hacks: muitos programadores poderão criar aplicativos que aumentem a versatilidade do gPhone.
