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Memórias para notebooks

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Memória ainda é um componente de peso considerável no peso dos notebooks. Isso ocorre porque existe constante investimento por parte dos fabricantes na busca de memórias que sejam ao mesmo tempo rápidas e consumam pouca energia; essa amortização dos investimentos faz com que o preço das memórias caia de forma mais lenta do que, por exemplo, a capacidade de processamento e a capacidade de armazenamento.
Vale lembrar também que a memória é um dos principais elementos na definição da velocidade de um notebook. Freqüentemente, uma quantidade extra de memória traz mais melhorias de velocidade do que um processador mais rápido.

A escolha das memórias de notebooks requer mais cuidados do que no caso de desktops. Nos desktops, há em geral slots de sobra para futuras ampliações da capacidade de memória; nos notebooks, essa sobra, se existe, é mais limitada.
O primeiro ponto a avaliar, portanto, é a quantidade de memória ideal a ser comprada. Usuários que utilizem aplicativos de uso intenso de CPU (arquitetos, produtores de vídeos, game maníacos) podem requerer muita memória, enquanto usuários que utilizam basicamente aplicativos de produtividade (editor de texto, planilhas eletrônicas) podem preferir investir mais em armazenamento, por exemplo.
É conveniente que todos, entretanto, procurem se informar sobre a capacidade de expansão da memória. Uma máquina cuja memória possa ser expandida até 4 GB é melhor do que outra que somente possa ser expandida até 2 GB.
Vale observar também que a forma como os slots foram ocupados pelo fabricante podem alterar a expandibilidade. Por exemplo, uma máquina que venha com 1 pente de 1 GB é melhor que outra que venha com 2 pentes de 512 MB, pois a segunda máquina tem já dois slots ocupados; pode ocorrer que ambas sejam expansíveis até 2 GB, mas a primeira requeira apenas um banco extra de 1 GB, enquanto a segunda exija que se substituam os dois bancos existentes por dois bancos de 1 GB.

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